Inventário em cartório em todo o RS · análise gratuita pelo WhatsApp
Recepção do escritório em São Borja: balcão de granito e a logo Tatsch da Rocha em latão na parede de madeira

Inventário extrajudicial · RS

Inventário extrajudicial no RS: os bens no nome dos herdeiros, sem ir à Justiça

Com a família de acordo, o cartório divide a herança num documento só, a escritura, e o advogado conduz cada passo

3 perguntas de um toque · análise gratuita · resposta pelo WhatsApp

5,0 no Google (59 avaliações)

O cartório exige advogado, e é ele quem tira a papelada das suas mãos

Perder alguém já pesa. Você não precisa descobrir sozinho qual certidão falta nem quanto dá o imposto.

A lei só deixa o cartório fazer o inventário se a família estiver com advogado. Um advogado só pode atender todos os herdeiros, e ninguém precisa contratar outro.

O que o escritório faz pela sua família:

  • levanta os bens e as dívidas de quem faleceu, um por um (é o espólio, nome que a lei dá a esse conjunto)
  • junta os documentos de cada herdeiro e avisa exatamente o que falta
  • calcula o ITCD, o imposto que o estado do RS cobra sobre a herança
  • prepara a escritura, o documento do cartório que divide a herança, e acompanha a família na assinatura

Quando a família está de acordo, o inventário pode sair pelo cartório

É isso que quer dizer extrajudicial: fora da Justiça, sem juiz e sem audiência, resolvido por escritura.

No cartório

Todos os herdeiros concordam com a partilha, que é a divisão da herança entre eles. O advogado prepara tudo, e a família só vai ao cartório para assinar.

Herdeiro menor de idade também pode entrar no cartório, por uma regra nacional de 2024. Antes, isso mandava o caso direto para o juiz.

Na Justiça

Algum herdeiro não concorda, ou falta acertar quem fica com o quê. Aí quem decide é o juiz, e o escritório conduz esse processo também.

Na análise, o escritório diz qual dos dois caminhos serve para a sua família, antes de qualquer passo.

Em que ponto está o inventário da sua família?

Toque na situação que é a sua, e a análise já começa com ela marcada.

«O falecimento foi há pouco e o prazo está correndo»

A lei dá 2 meses, a contar do falecimento, para abrir o inventário. Dá tempo de fazer com calma, desde que alguém diga quais documentos separar primeiro.

«Já passou do prazo e o inventário ficou parado»

Ainda dá para fazer, mesmo anos depois. Só que, enquanto ele não sai, a casa não pode ser vendida, financiada nem passada para o nome de ninguém.

Área de trabalho do escritório, com as mesas da equipe e o quadro de São Borja na parede

Quanto custa um inventário: as 3 contas que entram no seu inventário

Você vê cada uma antes de assinar qualquer coisa, e não no meio do caminho.

Quem pergunta «quanto custa» costuma ouvir um número solto, sem saber o que entra nele. Aqui a conta vem separada, uma parte de cada vez:

  • O imposto (ITCD).É cobrado pelo estado sobre a herança. No RS, vai de 0% a 6% do valor dos bens, conforme o total.
  • O cartório.A taxa da escritura segue a tabela oficial do estado.
  • O advogado.O valor do trabalho do escritório vem por escrito, no atendimento, antes de começar.

O caminho até os bens ficarem no nome de cada herdeiro:

  1. Levantamento dos bens e dos documentos
  2. Cálculo do imposto e das despesas
  3. Assinatura da escritura no cartório
  4. Registro dos imóveis no nome de cada herdeiro

No fim, a matrícula da casa sai com o nome de cada herdeiro, e cada um decide se vende, mora ou aluga.

Sem dinheiro para o imposto? Ele pode sair dos próprios bens da herança

É aqui que muita família trava, e a lei já tem caminhos para isso.

Tem família que ouve de advogado que só dá para abrir o inventário com o dinheiro do imposto na mão. Com patrimônio grande e conta zerada depois de meses de hospital, isso parece uma porta fechada.

O que a família pode fazer:

Vender um bem da herança: a própria escritura pode autorizar a venda, e o dinheiro paga o imposto e as despesas do inventário.

Fazer a escritura antes do imposto: há casos em que a escritura sai antes de o imposto estar pago.

Nem todo caso cabe nesses caminhos, mas «não temos o dinheiro» não precisa deixar a casa parada mais um ano. Na análise, o escritório confere o que vale para a sua família.

Sala de reunião do escritório, clara, com mesa longa e a estante iluminada ao fundo

Quem conduz o inventário da sua família, do primeiro documento à escritura

Um escritório com endereço, registro na OAB e nota 5,0 no Google, que atende de Torres a Uruguaiana.

Eduardo Tatsch da Rocha é advogado da área cível há 16 anos e sócio da Tatsch da Rocha Advogados, em São Borja. Registro na OAB/RS 80.003.

Inventário é um dos trabalhos que o escritório mais faz, e nenhum é igual ao outro. A conversa começa pelo que a sua família tem.

No WhatsApp, quem responde é o próprio Eduardo ou o Laurence, advogado que trabalha com ele. Para quem mora longe, a conversa segue por WhatsApp e videochamada.

5,0 no Google · 59 avaliações

Galeria Riachuelo, R. Riachuelo, 1010, sala 22, Centro, São Borja/RS
Corredor do escritório em São Borja, com as portas das salas de atendimento

Seu caso pode ir ao cartório? Confira antes de começar

Três situações, e só uma fica fora do que o escritório faz.

Vai para o cartório

  • quando a família está de acordo com a divisão da herança

Vai para a Justiça, e o escritório conduz também

  • quando algum herdeiro não concorda com a divisão

Não é o que este atendimento faz

  • saque de FGTS, PIS ou valores de banco sem inventário
  • modelo de inventário para fazer sozinho

Ficou na dúvida? Na análise, o escritório vê se a sua família pode resolver no cartório ou se o caso vai ao juiz.

A logo da Tatsch da Rocha em latão sobre a parede de madeira do escritório
Tatsch da Rocha Advogados · São Borja/RS

As perguntas que toda família faz antes de abrir o inventário

Respostas curtas, na ordem em que as dúvidas costumam aparecer.

1. Inventário extrajudicial precisa de advogado?

Precisa, a lei exige. O cartório só faz a escritura com a família acompanhada por advogado, e um só pode atender todos os herdeiros. É ele quem levanta os bens, junta os documentos, calcula o imposto e prepara a escritura para a assinatura.

2. Quanto custa um inventário extrajudicial?

Entram 3 contas. A primeira é o ITCD, o imposto do estado sobre a herança: no RS, ele vai de 0% a 6% do valor dos bens, conforme o total. A taxa do cartório segue a tabela oficial do estado. A terceira é o trabalho do advogado.

O escritório levanta os bens, faz a conta das três e passa o valor do trabalho dele por escrito, no atendimento, antes de você decidir.

3. Quanto tempo leva no cartório?

Depende dos documentos e do imposto. O que mais atrasa é certidão faltando, imóvel com o registro desatualizado e imposto em aberto.

Por isso o primeiro passo é o levantamento: com ele na mão, você sabe o que já está pronto, o que falta e o que dá para adiantar.

4. Passou o prazo de 2 meses. E agora?

O inventário ainda pode ser feito, mesmo anos depois do falecimento. Os 2 meses do Código de Processo Civil (art. 611) são o prazo para abrir o inventário, e passar deles não impede de fazer.

O primeiro passo é o mesmo de quem está no prazo: separar os documentos e fazer o levantamento dos bens.

5. Não temos dinheiro para pagar o imposto. Dá para fazer?

Vale conversar antes de desistir. Dá para vender um bem da herança para pagar o imposto e as despesas, e há casos em que a escritura sai antes de o imposto estar pago.

Na análise, o escritório confere o que vale para a sua família.

6. E se algum irmão não concordar com a divisão?

Ainda dá para resolver. Com todos de acordo, o inventário vai ao cartório; com algum herdeiro contra, quem decide é o juiz, e o escritório conduz esse processo também.

Se falta só conversar com alguém, a análise já ajuda: com a conta e os passos na mesa, fica mais fácil a família decidir junto.

A porta de vidro do escritório com a logo Tatsch da Rocha, iluminada por dentro

Enquanto o inventário não sai, a casa da família fica parada

E o primeiro passo cabe em 1 minuto: 3 perguntas e uma resposta pelo WhatsApp.

Sem inventário, o imóvel não pode ser vendido, financiado nem dado em garantia, e o dinheiro do banco fica preso no nome de quem faleceu.

E o tempo pesa: se outro herdeiro falece com o inventário parado, os dois precisam ser feitos juntos, com mais documentos e mais gente para assinar.

A análise é gratuita e começa pelo que a sua família tem. Você sai dela sabendo se o caso vai ao cartório, o que entra em cada conta no seu caso e qual é o primeiro passo.

Análise gratuita

Comece pela análise do inventário da sua família

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