Análise gratuita do seu caso · atendimento em todo o RS pelo WhatsApp
Recepção da Tatsch da Rocha Advogados em São Borja, com a logo de latão na parede de madeira

Holding e planejamento sucessório · RS

Holding familiar: saiba se compensa para a sua família antes de abrir

Um advogado do RS põe na conta seus bens, seus aluguéis e sua família, e avisa quando a holding não vale a pena

Quero entender o meu caso

Análise gratuita · 3 perguntas de um toque, menos de 1 minuto

  • Eduardo Tatsch da Rocha
  • OAB/RS 80.003
  • São Borja/RS
  • atende todo o RS
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A holding compensa para você? Depende de 3 coisas do seu caso

E dá para conferir as três em poucos minutos de conversa

Corredor do escritório da Tatsch da Rocha Advogados, com piso de madeira e luz do teto

Com a holding, quem fica com o quê sai decidido em vida, por você. Os bens não precisam ficar presos num inventário, e a família não fica com uma divisão para brigar depois.

Holding familiar é uma empresa aberta só para guardar os bens da família. As casas, as salas ou a terra passam para o nome dela, e pais e filhos viram sócios. Na hora da sucessão, em vez de dividir cada imóvel, a família divide as partes da empresa, com as regras que vocês combinaram em vida.

Para muita família, isso resolve. Para outras, custa mais do que resolve, porque a empresa tem custo todo ano. O que separa um caso do outro são três coisas:

  1. Quanto você tem

    Quantos imóveis, quanta terra e quanto vale tudo junto. Quem tem só a casa onde mora quase nunca precisa de holding: o custo de abrir e manter a empresa não se paga.

  2. Quanto isso rende

    Aluguel e arrendamento mudam a conta do imposto. A regra da pessoa física e a da empresa são diferentes, e a reforma tributária mexeu nas duas.

  3. Como é a sua família

    Quantos filhos, se tem cônjuge, quem toca a lavoura, quem só recebe, se todos se entendem. É isso que define as regras entre os sócios, ou se outro caminho serve melhor.

Com essas três coisas na mesa, a resposta deixa de ser opinião de anúncio.

E às vezes a resposta é «não abra».

É exatamente essa conta que a análise gratuita do escritório começa a fazer.

Holding ou doação com usufruto: os dois caminhos que a análise compara

Os dois passam os bens aos filhos ainda em vida. O que muda é o custo, o imposto e quem decide o quê

Caminho 1

Holding familiar

A família abre uma empresa e põe os bens dentro dela. Os filhos viram sócios, e os pais seguem administrando, do jeito que o contrato disser.

O que pesa na conta:

O custo de abrir a empresa e de pagar o contador todo mês, e as regras entre os sócios, que precisam ficar por escrito.

Caminho 2

Doação com usufruto

Os pais passam os bens para o nome dos filhos agora e guardam o usufruto: o direito de morar, usar e receber os aluguéis até o fim da vida.

O que pesa na conta:

O imposto do Estado sobre a doação, pago na hora, e a escritura de cada imóvel no cartório.

O testamento pode entrar junto com qualquer um dos dois, para deixar por escrito o que cada filho recebe.

Quero comparar no meu caso
Área de trabalho da equipe do escritório, com o quadro de São Borja na parede

Seu patrimônio está na cidade ou no campo?

Toque na sua situação e a análise já começa com ela marcada

«Tenho imóveis alugados e quero organizar quem fica com eles»

Casas, apartamentos, salas, pontos comerciais. A análise põe na conta os aluguéis de hoje, o imposto que você paga, a regra nova da reforma e quem vai herdar cada um.

Tenho imóveis alugados

«Tenho terra no campo, arrendada ou produzindo»

Quem toca a lavoura, quem só recebe o arrendamento, quem mora longe e não quer saber da terra. A análise separa cada situação antes de mexer em qualquer escritura.

Tenho terra no campo

Primeiro a conta, depois a decisão, e só então a estrutura

Nada é montado antes de você entender o próprio caso

  1. Você responde 3 perguntas

    Leva menos de 1 minuto, é um toque por pergunta. Se o seu caso tem o perfil, o WhatsApp do escritório abre com as suas respostas já escritas, e você só toca em enviar.

  2. O escritório faz a análise gratuita

    Pela conversa no WhatsApp, por videochamada ou na sala de reunião em São Borja. Com os seus bens, a renda deles e a sua família na mesa, o escritório diz se vale aprofundar: holding, doação com usufruto ou nenhum dos dois por enquanto.

  3. Você decide

    Se valer a pena, você recebe por escrito a proposta do estudo completo, com tudo o que entra nele. Você escolhe o caminho, ou escolhe esperar, e só depois disso alguma estrutura é montada.

Ninguém assina nada no primeiro contato.

Sala de reunião da Tatsch da Rocha Advogados, com mesa longa de pedra e estante iluminada
Logo de latão da Tatsch da Rocha Advogados na parede de madeira da recepção

16 anos vendo de perto como as famílias dividem os bens

Um escritório de verdade, com porta aberta em São Borja, atendendo todo o RS

Eduardo Tatsch da Rocha é advogado da área cível há 16 anos e sócio da Tatsch da Rocha Advogados. OAB/RS 80.003.

Boa parte desses anos foi dentro de inventários. Ele sabe como uma família chega à partilha quando ninguém deixou nada combinado, e já viu inventário passar de 20 anos aberto, com parte dos herdeiros recebendo aluguel e a outra parte esperando.

É por isso que a análise começa pela família, e não pela empresa. Aqui não tem fila de atendimento nem modelo pronto: quem olha o seu caso é quem vai cuidar dele, do primeiro contato à decisão.

Quero falar com o escritório

Quando a holding não compensa, a gente avisa antes

Veja em 10 segundos se a análise serve para você

É para quem:

  • tem 3 ou mais imóveis alugados, ou terra arrendada ou produzindo
  • está preocupado com o imposto do aluguel depois da reforma tributária
  • quer decidir em vida quem fica com cada bem, sem deixar isso para o inventário
  • cuida do patrimônio dos pais e quer organizar a sucessão com eles ainda vivos

Não é para quem:

  • tem só a casa onde mora
  • quer esconder bens de um credor (holding não serve para fugir de dívida)
  • procura um modelo pronto de contrato para baixar
Balcão de granito da recepção, com luz quente e a logo do escritório na madeira

Se a holding não compensar, a análise mostra o que fazer no lugar: às vezes é a doação com usufruto, às vezes um testamento, às vezes nada por enquanto.

As perguntas que todo mundo faz antes de abrir uma holding

Cadeiras de espera e balcão iluminado na recepção do escritório
Holding vale a pena para mim?

Depende de três coisas: quanto você tem, quanto isso rende e como é a sua família. Ela costuma não compensar para quem tem só a casa onde mora ou poucos bens, porque abrir e manter a empresa tem custo todo ano, com registro e contador. Para quem tem vários imóveis alugados ou terra arrendada e quer deixar a divisão decidida em vida, a conta muda. A análise gratuita responde com os números do seu caso.

Holding ou doação com usufruto: qual é melhor?

Nenhuma é melhor sempre. Na holding, os bens vão para uma empresa da família, e os filhos recebem partes dela. Na doação com usufruto, os bens já ficam no nome dos filhos, e você segue usando e recebendo os aluguéis até o fim da vida.

Nos dois caminhos pode haver ITCD, o imposto do Estado sobre herança e doação. Na holding entram também o custo da empresa e as regras entre os sócios. Qual serve para você sai da comparação com os seus números.

Quanto custa abrir uma holding?

Depende do caso, e por isso esta página não dá número. Entram na conta o registro da empresa, a passagem dos imóveis para ela, os impostos dessa passagem e o contador depois, todo mês. O valor do trabalho do escritório você recebe no atendimento, por escrito, antes de decidir qualquer coisa. A análise é gratuita. Se valer aprofundar, o estudo completo vem com proposta por escrito.

Holding protege meus bens de dívida?

Holding serve para organizar a sucessão e a administração dos bens da família. Passar bens para uma empresa para escapar de uma dívida pode ser anulado na Justiça, e o escritório não monta holding com esse objetivo.

A reforma tributária muda a conta de quem aluga imóveis?

Quem aluga como pessoa física entra na regra nova em dois casos:

  • recebe mais de R$ 240 mil por ano em aluguéis e tem mais de 3 imóveis alugados
  • recebe mais de R$ 288 mil por ano em aluguéis

Nesses casos, o aluguel passa a pagar os dois impostos novos da reforma, o IBS e a CBS, pela Lei Complementar 214, de 2025 (art. 251).

Numa holding, quem aluga é a empresa, e a empresa segue outra regra. A análise compara as duas regras com os aluguéis do seu caso, antes de qualquer mudança.

Vocês atendem fora de São Borja?

Sim, em todo o Rio Grande do Sul. A conversa é pelo WhatsApp e por videochamada, e quem preferir pode vir à sala de reunião em São Borja. Bens em outro estado ficam de fora por enquanto, porque cada estado tem a sua própria lei do imposto sobre herança e doação.

Porta de vidro do escritório com a logo da Tatsch da Rocha Advogados

Quem decide a divisão dos bens é você, enquanto pode decidir

Sem nada combinado, essa decisão passa para os herdeiros

Sem nada combinado, a divisão acontece depois, no inventário. Os herdeiros decidem entre eles: o filho que toca a lavoura quer ficar com a terra, o que mora longe quer vender, e cada casa alugada vira discussão. Enquanto isso, o patrimônio não está no nome de ninguém. Não serve de garantia para um empréstimo, e o dinheiro que ficou no banco fica preso. O Eduardo já viu inventário passar de 20 anos assim.

Com a análise, você decide hoje, com a cabeça boa e a família junto, e cada filho fica sabendo o que vai ser dele. São 3 perguntas, menos de 1 minuto, e a análise é gratuita.

Quero entender o meu caso